segunda-feira, 30 de maio de 2011

Componha o seu Blues rapidamente!

Muito legal este site, pessoal, você compõe o seu blues rapinho e Voilá, escuta na mesma hora o que  criou. Super legal!!

Segue o Link: http://www.thebluesmaker.com/

Um trabalho meu no Guri Santa Marcelina

Uma Apresentação que envolve Jazz, Abordagem Orff e Musicalização Infantil em um trabalho de 8 aulas. Aprecie!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

A História da Música cantada como nunca

Maravilhosa peça, maravilhoso grupo "King Singers"

O Futuro do Educador Musical no Brasil


A Educação Musical tem sido desenhada atualmente com material humano responsável e preocupado. Para nós todos, Educadores, Pesquisadores, Instituições de Ensino e Educando isto reverbera de bom som e de promessas edificantes.
A Vida moderna pode trazer inúmeras conseqüências para a aprendizagem instantânea e superficial, mas também pode desenvolver tecnologias e aprofundamentos pedagógicos muito favoráveis a qualquer tipo de educação, inclusive à Educação Musical.
A Utilização das chamadas novas tecnologias nos potencializa a ampliações educativas no âmbito musical a limites nunca antes imaginados. Os mecanismo de aprendizagem oferecem maior facilidade, encantamento, praticidade e qualidade na tarefa de atingir o educando com o conteúdo da disciplina. Veremos alguns exemplos:            
            EAD – Educação a Distância; Na área musical o processo do ensino a distância, para capacitar os candidatos a professores e pesquisadores, tem tido função importantíssima. Esta modalidade atualiza a parte tecnológica do Educador, Estimula seus orientados a evoluírem nos teores pedagógicos e proporciona uma manutenção de profissionais qualificados para direcionar os conceitos e contextos atuais. Agiliza o estudante no seu aprendizado sem diminuir a qualidade de um ensino presencial, seleciona naturalmente os futuros professores, porque é necessária uma maturidade para caminhar neste trilho virtual.
            Recursos de Informática – Hoje a música dialoga constantemente com os equipamentos tecnológicos disponíveis e cada vez mais naturais na vida do ser humano. Temos os Editores de Música, Os arquivos de leitura musical, Os Midis, Os Sites e Serviços On line disponíveis, os equipamentos móveis e leves com capacidade de armazenagem de música cada vez maiores, a facilidade em termos de gravação e modificação dos formatos de áudio, enfim um universo novo e muito fácil e acessível para aqueles que dispõem deste ambiente. E isto na verdade é só o começo, muito ainda está por vir.
Plágios e Direitos Autorais - Com tanto mercado disponível e liberado para mergulhar, aqueles que utilizam de má fé acabam adotando práticas abusivas e condenáveis, como os plágios e direitos autorais. Muitos Pseudo pesquisadores e estudantes utilizam de usurpação para levar a vantagem no teu “crescimento”  educacional. A captura de músicas e documentos é um grave problema que se desencadeia a partir desta nova geração de acessibilidade. É necessária uma forte fiscalização, equipamentos de rastreamento e conscientização da sociedade para a educação, a fim de evitar tais práticas criminosas.
Formação de Educadores Musicais - Um Educador Musical, antes de mais nada, precisa ser um músico com total domínio da teoria e da execução prática de um instrumento. Saber ouvir e analisar a música, compreender e executar um instrumento harmônico de preferência o piano, conhecer amplamente os estilos musicais, compositores, história, época, características sociais, etc...Precisa ainda manusear os recursos melódicos de uma flauta doce, alguns instrumentos de percussão, o instrumental Orff (xilofones e metalofones) e cantar afinadamente.
Em segundo lugar, mas, não tão menos prioritário, conhecer os aspectos psicológicos do ser humano em suas diversas faixas etárias, principalmente na da criança, já que são a maioria da demanda educacional. Saber que uma criança de 6 e 7 é diferente de uma criança de 8 e 9 e mais diferente ainda do que de 10, 11, 14, 16 ou 18 anos. Como abordá-la, como encantá-la, qual a postura, a forma de falar, o repertório, a tolerância para ouvir e até ensinar os estilos musicais de cada faixa etária. Como envolvê-la e compromissá-la na área da música. Grande parte da população adora música e tem potencial para estudar e evoluir, só depende de como cada indivíduo é provocado e aguçado.
Outro aspecto importantíssimo é a maneira de educar musicalmente. Estude inteiro o Bona, O Pozzoli, e depois saiba o que não ensinar aos seus discípulos. Educação Musical Ativa, três palavrinhas que são o tripé da grande arte de trabalhar a música! Aprofunde-se, crie repertório, conheça, pratique consigo uma, duas, três, quatro, quantas vezes necessário for para aplicar nas aulas o método ativo da Educação Musical. Dalcroze, Kodály, Willens, Orff, Schafer entre outros contemporâneos e suas estratégias maravilhosas recheadas de música, movimento, dança, alegria, interpretação, cooperativismo, respeito, sensibilidade, coordenação, alta capacidade de raciocínio, motricidade, elegância, nobreza, repertório e cultura. Só depois sente seus alunos em uma cadeira para ensinar o que é uma clave, uma semínima, uma frase melódica, uma polirritmia.
Além disso, é fundamental uma boa sala de aula confortável arquitetônicamente falando, térmica, luminosa, silenciosa, espaçosa e com equipamento pedagógico aos montes: bolas (de vários tamanhos e estilos), varetas, fitas, bambolês, copos, pratos, E.V.A.s., jogos pedagógicos, instrumentos de percussão, tapete, instrumental Orff(xilos e metalos, uns 12 ao todo), sucata, um piano bom e afinado, flauta doce, de êmbolo, etc..., sem falar da tão velha e boa lousa, apostila, cadeira confortáveis e ergonômicas para sentar, cd player, dvd, tv, computador, quadros,etc...
De que vale uma sala assim, para um professor sem projeto e organograma das atividades? Com falta de planejamento e estruturação coerentes? De apatia, mal humor, autoritarismo, soberbice, falta de amor? Este parágrafo, acredito que seja o que faltava para complementar a  idéia sobre Educação musical no que tange aos compromissos e competências. Quando chegarmos nisso, estaremos na verdade, não fazendo mais do que a nossa obrigação, fantástica obrigação!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

O papel da inclusão digital no processo educativo

A internet. Uma ferramenta tão bem vinda para o século XXI chegou, de certa forma, de repente e encantou os adultos e jovens. Para as crianças não é nada mais que mais um produto de descoberta natural como tantos outros, para os idosos, algo muito diferente e complexo e para alguns incompreensíveis.
Este novo veículo virtual traz uma nova postura de relação na sociedade sob diversos aspectos, principalmente na comunicação e prestação de serviços. A Internet hoje é sobretudo um ambiente que oferece serviços onde observamos como resultado disso a transferência de responsabilidades que antes advinha de outros meios não virtuais.
Diversas e nítidas são estas transferências de serviços, que nestes últimos anos podemos verificar os usuário das wwws gozarem da praticidade e do conforto como por exemplo, evitar o deslocamento espacial para a resoluções de tarefas sejam solicitações e pedidos de competência das instituições públicas, consultas de textos e outros veículos de cunho acadêmico, compras online de qualquer coisa, operações bancárias diversas, envio de cartas e documentos através dos e-mails, inscrições em cursos ou agendamento de consultas, reuniões à distância, desfrutar de um lazer, seja, áudio, vídeo ou fotográfico, conhecer pessoas, fazer amizades e até casar.
Um universo muito bom, eficaz e natural no processo tecnológico da nossa época. Mas, por outro lado, carrega problemas e desdobramentos de magnitude global, sérios e complexos.
A nova ferramenta traz naturalmente aquela camada da sociedade que sempre se encontra excluída. O mais novo tipo de analfabetismo, o digital, é consequência inevitável do processo desgovernado que se incide à classe menos privilegiada da sociedade financeiramente falando. A segregação intelectual presente no meio digital é também mais um objeto de luxo disponível apenas para que tem a possibilidade de possuir  capital para a compra dos recursos que deveriam ser considerados direitos de todos os cidadãos. Vejamos a não inclusão em diversos outros canais sociais como a educação (da pré escolar até o superior), a leitura e a escrita, os serviços de saúde, habitação, saneamento, transporte, cultura, segurança,  planejamento familiar, etc...
Acredito que o alicerce de toda estrutura é responsável pela falta de perspectivas e sucesso da inclusão digital. Antes de incluirmos digitalmente as pessoas, elas precisam estudar melhor e se apropriarem de estímulos que o Estado ofereça, precisam possuir uma qualidade de vida mais digna e humana, com boa infra-estrutura de saneamento e habitação, boa alimentação e saúde, perspectivas de vida e planejamento familiar.
O Problema da Inclusão digital não é isolado, porque se fosse a inclusão digital seria um desafio para os dinamarqueses também, coisa que não é verídica. A inclusão digital é conseqüência e responde de forma diretamente proporcional à qualidade e desempenho  do desenvolvimento humano, político e social de cada país.
É claro que poderíamos analisar o caso da inclusão digital com um foco central ao tema. Alguns problemas conseguiríamos resolver como por exemplo a difusão e ampliação de espaços físicos como os telecentros fomentados pelas políticas públicas, juntamente com cursos de letramento digital nos próprios telecentros; programas de incentivos e isenção de impostos consequentemente barateando os equipamentos de informática; a melhoria nos serviços de banda larga bem como a abertura de competitividade para mais empresas fornecedoras de rede de internet, nas esferas municipal,esatdual e federal.
No que diz respeito à navegação e educação virtual, é importante levar em consideração o bom uso da internet e pensar como estratégia de educação e evolução intelectual.
Considerando que este momento da história da humanidade carrega consigo uma globalização e o acesso às informações é de maneira praticamente instantânea, podemos, para que sejamos otimistas, visualizar que uma das soluções para o enriquecimento dos países é se investir na educação. Países como a Coréia do Sul e o Japão, puseram à prova este processo e hoje podem mostrar uma oferta de eficiência na engrenagem dos seus países, e uma qualidade de vida do seu povo muito melhor e digna. Quem sabe a inclusão digital não possa ser a porta de entrada e fazer um caminho ao contrário para a melhoria dos direitos sociais aos países que necessitam e tão sofregamente sobrevive as tantas injustiças e ineficiências públicas-políticas.